Cada serviço tem um preço de entrada, que diz o que se consegue com o mínimo, e uma faixa típica, onde cai a maioria dos projetos que fazemos para PMEs portuguesas. Os dois são verdadeiros. O número final depende do seu caso e fica fixo na proposta.
A entrada é o projeto mais pequeno que faz sentido fazer. A faixa típica é onde a maioria acaba. Valores sem IVA.
Todos os valores são sem IVA. Sem custos mensais obrigatórios: o software é seu. A manutenção é opcional. Alojamento e licenças de terceiros, quando existem, são indicados na proposta.
Seis coisas que decidem onde o seu projeto cai dentro da faixa. Se souber responder a estas, o orçamento sai mais depressa e mais certo.
Ligar a um sistema com API documentada é rápido. Ligar a um que só exporta ficheiros, ou que não tem API, é o maior fator de subida que existe.
Dados limpos numa base de dados ou num Excel organizado descem o preço. Anos de registos com formatos diferentes que é preciso migrar sobem-no.
Um tipo de utilizador é simples. Gerente, operador, cliente e contabilista, cada um a ver coisas diferentes, multiplica ecrãs e regras.
O caso normal é barato. As exceções (devoluções, aprovações, correções a posteriori) são onde o trabalho está, e vale a pena listá-las logo.
No escritório, no browser, é o cenário base. No terreno, sem rede, em telemóveis diferentes, com câmara e leitura de códigos, é outro projeto.
Começar pela parte que dói mais e usar antes de alargar baixa o risco e o custo total. Quase tudo o que fazemos é entregue assim.
A nossa inclui isto. Se pedir orçamento a mais alguém, peça o mesmo.
Porque poupa tempo aos dois lados. Quem procura software à medida quer saber se estamos na ordem de grandeza certa antes de marcar uma reunião. Publicamos o ponto de partida de cada serviço, o que esse valor inclui e a faixa onde a maioria dos projetos cai. O número final só existe depois de percebermos o seu caso, e fica fixo na proposta.
Os €800 pagam uma aplicação pequena e bem delimitada: um processo, um tipo de utilizador, sem integrações. É real e já o fizemos. A maioria das empresas acaba por querer perfis diferentes, ligação à faturação ou ao ERP e um portal para clientes, e é isso que leva o projeto para a faixa típica. Preferimos dizer isto já, em vez de surpreender na proposta.
Sim. A proposta descreve o que entra e o que fica de fora, por fases, e o valor de cada fase é fechado. Se a meio quiser acrescentar algo, orçamentamos esse acréscimo à parte, por escrito, antes de o fazer.
Não. O software é seu e pode ficar a funcionar sem nos pagar mais nada. A manutenção mensal, a partir de €50, é opcional e cobre correções, atualizações de segurança e pequenas melhorias. Fora disso, existem só os custos de alojamento e de licenças de terceiros, que lhe indicamos na proposta.
É o que recomendamos. Uma automação ou um painel a partir dos dados que já tem resolve um problema concreto em poucas semanas e mostra se vale a pena ir mais longe. Cada fase seguinte é orçamentada quando faz sentido, não antes.
Quase sempre uma destas quatro coisas: integrações com sistemas sem API ou com documentação fraca, dados antigos que é preciso limpar e migrar, muitos perfis de utilizador com permissões diferentes, ou requisitos de funcionamento offline e em vários dispositivos. Quando identificamos uma delas na conversa inicial, dizemos logo e orçamentamos à parte.
Conte-nos o problema na mesma. Muitos projetos são uma combinação de duas ou três linhas (por exemplo, uma aplicação web com uma app para a equipa no terreno e uma integração com a faturação). Compomos a proposta a partir desta tabela, fase a fase, e o orçamento continua a ser gratuito.
Diga-nos o que precisa e em que faixa pensa investir. A proposta chega com o preço fechado.
Resposta em menos de 24 horas.
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