Software agrícola e caderno de campo digital à medida

Numa exploração pequena, o caderno de campo é um bloco ou uma folha de Excel preenchida ao fim do dia. Um caderno de campo digital junta o que a lei obriga a registar com o resto do trabalho, tendo a parcela como fio condutor: tratamentos, armazém e colheitas na mesma ficha, seja de fruta, vinha, olival ou cereais.

A sua exploração ainda funciona assim?

015 problemas

O registo que só existe na cabeça de quem aplicou

  1. Registo escrito dias depois do tratamento

    O tratamento faz-se no campo e o registo escreve-se à noite, ou no fim da semana. Produto, dose, dia e parcela: quando tudo sai de memória, a dose e a data são o que mais facilmente falha.

  2. Duas parcelas da mesma cultura num só caderno

    Parcelas da mesma cultura podem levar tratamentos diferentes. Com um caderno único, saber o que foi aplicado em cada uma antes da colheita obriga a folhear o ano.

  3. Caixas que saem sem a parcela de origem

    Se a guia de transporte acompanha a fruta ou a batata sem indicar onde foi colhida, a rastreabilidade falha: perante uma reclamação, a origem tem de ser reconstituída depois.

  4. Produtos no armazém que ninguém conta

    Fitofármacos e adubos saem da prateleira sem registo do que sobra. Falta um produto no dia de tratar, ou uma embalagem aberta passa do prazo.

  5. Custo de cada cultura sem visão até ao fecho do ano

    Gasóleo, jornas de campanha e tratamentos ficam em papéis diferentes, e só no fecho das contas se compara uma cultura com outra.

025 passos

Um tratamento, do planeamento ao registo

Uma aplicação numa exploração com várias parcelas, feita em papel e feita com um registo ligado ao armazém e à colheita.

  1. Escolha da parcela

    Hoje

    Decide-se a partir de uma nota no telemóvel ou do que se lembra da última aplicação.

    Com software à medida

    Escolhe-se a parcela numa lista e o sistema mostra o histórico dessa parcela, com os tratamentos anteriores.

  2. Saída do armazém

    Hoje

    Tira-se a embalagem da prateleira sem apontar a quantidade.

    Com software à medida

    A quantidade usada desce do stock desse produto, e o que sobra fica visível para a próxima aplicação.

  3. Aplicação

    Hoje

    Dose, hora e área ficam na memória de quem aplicou.

    Com software à medida

    Quem aplica marca no telemóvel a dose, o volume de calda e a área tratada.

  4. Registo

    Hoje

    No fim da semana, alguém passa tudo a limpo para o caderno.

    Com software à medida

    O registo nasce na própria aplicação, com os campos que o art. 17.º da Lei 26/2013 exige, e não precisa de ser copiado.

  5. Colheita

    Hoje

    Na apanha ninguém volta ao caderno para ver o que foi aplicado há poucos dias.

    Com software à medida

    Se o intervalo de segurança do produto estiver registado, lido do rótulo e inserido à mão ou importado do Sifito, o sistema avisa quando a colheita cai cedo demais.

036 funcionalidades

Parcela, armazém e colheita com o mesmo histórico

Aplicações web

Caderno de campo por parcela

Uma ficha por parcela com cultura, área, operações, tratamentos e colheitas por data. Cada registo de tratamento imprime-se ou exporta-se.

Apps mobile

App de campo no telemóvel

A aplicação guarda o registo no aparelho, sem rede, e envia-o quando houver cobertura. Quem aplica escolhe a parcela, o produto e a dose em poucos passos.

Aplicações web

Armazém de produtos e adubos

Entradas e saídas por produto, com a embalagem e o prazo de uso. A lista do que falta fica à vista antes do dia de tratar.

Automações

Avisos de intervalo e de renovação

Mensagem ou email quando uma colheita cai dentro do intervalo de segurança, ou quando a habilitação de um aplicador está perto do fim.

Dashboards

Custo por cultura e por campanha

Um painel soma produtos, gasóleo e mão de obra por cultura e compara campanhas, para apoiar a decisão do que plantar a seguir.

Aplicações web

Colheita por lote e por campanha

Cada colheita fica ligada à parcela e ao lote, para reconstituir a origem de uma caixa de fruta ou de hortícolas. Na vinha e no olival, a vindima e a apanha da azeitona abrem campanhas próprias.

044 demonstrações

Veja a funcionar

Demonstrações de 15 segundos, construídas pela nossa equipa com dados fictícios. Abra cada uma para ver as funcionalidades em detalhe.

Demonstração · 15 s

Caderno de Campo Digital

O aplicador pode registar o tratamento no telemóvel, na própria parcela. Sem rede, o registo pode ficar guardado no aparelho e seguir quando houver cobertura.

Demonstração · 15 s

Armazém de Fitofármacos e Adubos

Cada tratamento registado pode descontar o produto do armazém. O sistema pode avisar o que falta para os tratamentos previstos e preparar a lista de compras.

Demonstração · 15 s

Intervalos de Segurança e Registos

As colheitas planeadas podem aparecer ao lado dos tratamentos. Se uma data cair dentro do intervalo de segurança, o sistema pode avisar antes de a equipa avançar.

Demonstração · 15 s

Custos por Cultura e Colheitas

Os gastos com produtos, gasóleo e mão de obra podem ser somados por cultura e por hectare, campanha a campanha, com cada colheita ligada à parcela e ao lote.

053 obrigações

Fitofármacos: o que a lei manda registar e renovar

Três regras sobre quem aplica produtos fitofarmacêuticos de uso profissional: o conteúdo do registo, o seu formato e a validade da habilitação.

  • Registo das aplicações (Lei n.º 26/2013, art. 17.º) — aplica-se aos aplicadores de produtos fitofarmacêuticos de uso profissional, em explorações agrícolas e florestais

    Cada tratamento leva o nome comercial e o número de autorização de venda do produto, o estabelecimento onde foi comprado, a data, a dose ou concentração e o volume de calda, a área, a cultura e o inimigo ou a finalidade. Guarda-se pelo menos três anos, em anexo ao caderno de campo quando este exista.

    Fonte: dgav.pt

  • Formato eletrónico dos registos (Regulamento de Execução (UE) 2023/564) — aplica-se a utilizadores profissionais de produtos fitofarmacêuticos

    O regulamento aplica-se desde 1 de janeiro de 2026 e pede registos em formato eletrónico legível por máquina. Os registos de utilizações anteriores a 1 de janeiro de 2027 podem ser transferidos para esse formato depois dessa data (Regulamento de Execução (UE) 2025/2203, segundo a DGAV). A DGAV publica modelos em Excel.

    Fonte: dgav.pt

  • Validade da habilitação de aplicador (Lei n.º 26/2013, art. 18.º, n.º 5, alterado pelo Decreto-Lei n.º 127/2026) — vale para quem aplica produtos fitofarmacêuticos de uso profissional

    A habilitação de aplicador dura 15 anos e renova-se por iguais períodos. O prazo aplica-se também às habilitações válidas quando o decreto-lei entrou em vigor. A renovação pede certificado da formação de atualização, feita no último ano de validade.

    Fonte: files.diariodarepublica.pt

Cada empresa responde pelas suas obrigações legais; o software pode guardar os registos e avisar dos prazos.

063 sistemas

Onde a integração pára: IFAP, Sifito e faturação

Em cada um, o que se consegue ligar depende do acesso que o fornecedor dá.

  • Portal do IFAP

    O Pedido Único submete-se no portal, não a partir do sistema. Do lado da exploração, a listagem de parcelas, áreas e culturas exporta-se em folha de cálculo para consultar ao preencher.

  • Sifito (DGAV)

    É onde se consultam os produtos autorizados e as suas condições de uso. Se os dados puderem ser descarregados, alimentam a lista de produtos; se não, inserem-se à mão os que a exploração usa.

  • Programa de faturação

    A faturação fica no programa que a exploração já tem, como o Moloni ou o InvoiceXpress. Ligar esse programa ao registo exige acesso do fornecedor ou um ficheiro exportado.

085 pontos de partida

Por onde arrancar numa exploração agrícola

O registo dos tratamentos por parcela é o ponto de partida natural; o armazém, os custos e os avisos acrescentam-se depois.

Selecionar Ponto de partida Serviço Preço
Caderno de campo por parcela, com armazém de produtos Aplicações web a partir de €800
App de campo para registar tratamentos no telemóvel Apps mobile a partir de €2.500
Painel de custo por cultura e por campanha Dashboards a partir de €500
Avisos de intervalo de segurança e de renovação da habilitação Automações a partir de €300
Ligação a programas de faturação e a outros sistemas APIs e integrações orçamento personalizado

Marque as linhas que lhe interessam: o pedido de orçamento segue com a sua escolha.

Valores de entrada. O preço final depende do âmbito e é fechado na proposta.

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096 perguntas

Folha de Excel, IFAP, rede no campo e custo

A folha de Excel da DGAV não chega como caderno de campo?

Chega para cumprir o registo: a DGAV publica modelos em Excel e diz que estão conformes com o formato eletrónico legível por máquina. Deixa de chegar com várias parcelas e operadores, ou quando cada tratamento tem de ligar ao armazém e à colheita: a folha multiplica-se e ninguém a tem atualizada.

Serve uma exploração com poucas parcelas e um ou dois trabalhadores?

Sim, com um arranque pequeno. Uma exploração com poucas parcelas pode começar só pelo registo dos tratamentos no telemóvel, sem armazém. O armazém e os custos por cultura acrescentam-se quando fizerem falta, sem refazer o que já está a funcionar.

O sistema entrega o Pedido Único da PAC por mim?

Não. O Pedido Único submete-se no portal do IFAP, pelo beneficiário ou por uma entidade reconhecida. A parte do software é ter as parcelas, as áreas e as culturas num só sítio, à mão de quem preenche o pedido, em vez de espalhadas por papéis.

Funciona no campo, em parcelas sem cobertura de rede?

Depende de a aplicação ser pensada para isso desde o início. Como na app de campo, o registo faz-se no terreno e sincroniza-se quando o telemóvel apanha rede. Diga-o ao fornecedor logo no arranque: muda a forma de construir a aplicação.

Posso levar os registos comigo se um dia mudar de sistema?

Sim, se a exportação ficar combinada no arranque, em formato aberto como folha de cálculo, com parcelas, produtos, datas e doses. Assim o histórico pertence à exploração e não a quem construiu o sistema. Os registos têm de poder ser mostrados em fiscalização durante os três anos de guarda.

Quanto custa começar pelo caderno de campo digital?

O caderno por parcela, com os campos que o artigo 17.º da Lei 26/2013 enumera, cabe no escalão das aplicações web, a partir de €800. Se os registos forem feitos no terreno, a aplicação de telemóvel é outra peça, a partir de €2.500. As restantes peças estão na tabela acima.

Como funciona

Do primeiro contacto à entrega

Um processo transparente, iterativo e sem surpresas.

1

Conversa Inicial

Ouvimos as suas necessidades e entendemos os processos do seu negócio.

2

Proposta à Medida

Apresentamos uma proposta clara com funcionalidades, prazos e investimento.

3

Desenvolvimento

Construímos por fases, com demos regulares para validar cada funcionalidade.

4

Entrega e Suporte

Formação da equipa, migração de dados e suporte contínuo incluído.

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